Sejam Todos Bem Vindos ao Nosso Cantinho!Blog dedicado á poesia obscura em geral,de minha autoria e curiosidades.É um espaço também para ver dicas de música.Espero que gostem!Obrigado e voltem Sempre!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Música Celta e Folk
Música Celta: O termo música celta é muito controverso, pois os celtas como povo identificável não existem mais. Existem, sim, os povos em que a influência dos celtas é mais visível, como nas chamadas sete nações celtas: Escócia, Irlanda, Pais de Gales, Bretanha (região da França) , Galícia (Espanha) , Cornualha (Inglaterra) e a Ilha de Mann (Grã Bretanha) , assim como os paises que sofreram influência desses povos, tais como os EUA e o Canadá (em sua região Norte). Confunde-se muitas vezes a new age com a música celta, mas o fato é que esse estilo tem muito pouco em comum com a música tradicional. A música tradicional celta é composta por danças tais como as reels, as jigas, valsas, marchas, entre outras, que podem ser tocadas por violinos, acordeons, flautas, whistles (espécie de flauta irlandesa) , banjo (usado mais nos EUA) , gaitas de foles, bodhran (instrumento de percussão) , etc. Existem também canções e baladas cantadas acompanhadas pelos instrumentos citados.
Os celtas sempre estiveram muito ligados à religião, e assim como quase toda as expressões de sua cultura, a música também estava intimamente relacionada a temas de cunho religioso. Tanto que os músicos eram – em sua maioria – ligados a classe sacerdotal dos Druidas.
A música ou, mais precisamente, o tocar dos instrumentos era considerado uma manifestação do mundo dos espíritos. Sendo assim, o músico era um ser privilegiado, pois suas faculdades lhe permitiam captar pequenas manifestações do Outro Mundo, e desta forma, ele traduzia aquilo que absorveu para a música.
Exatamente por este motivo, é comum a temática musical celta estar ligada aquilo que eles mais respeitavam: a Natureza. Um bosque, a brisa, a alvorada, o outono – ou qualquer outra estação – enfim, cada pequeno movimento da Natureza carrega um som, e era função do músico senti-lo e traduzi-lo em música.
Com o advento da cristandade no mundo céltico, toda esta conotação entre religião e música, de certa forma, se perdeu. No entanto, os “motivos ligados a Natureza” mantiveram-se vivos, e até hoje estão presentes no trabalho de cantores e instrumentistas contemporâneos
Instrumentos :
Os instrumentos celtas são todos bem característicos, isso porque a música folclórica irlandesa conservou fortes traços da música celta. E através desta herança rica e ímpar, a Irlanda lega ao mundo esplendorosas sonoridades, todas com um estilo único e incomparável.
Pois bem, mais um exercício mental. Pense na Irlanda, pense na música irlandesa. Que instrumentos lhe vêm a mente? Acho que muitos responderão a harpa ou a flauta. Agora, pense na música escocesa. Qual o primeiro instrumento que você imagina um escocês tocando? A maioria, certamente, dirá a Gaita de Foles.
As características da musicalidade celta foram absorvidas pela cultura mundial, portanto, a grande maioria das pessoas tem, ainda que vaga, uma idéia sobre o que foi – ou melhor – o que é a música e os instrumentos que estavam presentes no folclore ancestral.
Além da flauta, harpa e gaita de foles, que já foram citados, ainda resta um importante instrumento – de percussão – chamado Bodhran. Feita as devidas apresentações, vamos conhecer um pouco mais sobre estes instrumentos.
Flauta – A flauta é um instrumento que ao longo da história conheceu inúmeras variações, inclusive uma das variações é conhecida como flauta celta ou Feadan. Este tipo de flauta, pertence à classe das flautas de bico (em oposição às flautas transversais).
Em composições musicais provenientes ou inspiradas no folclore celta é fácil perceber a importância da flauta, sendo um instrumento que proporciona identidade à música por meio de um ritmo encontrado somente neste estilo de composição musical.
Harpa – A presença da harpa na cultura celta é inegável, tanto que a Irlanda fez deste instrumento um de seus símbolos nacionais. Este instrumento de cordas é bastante antigo, surgiu na África por volta do ano 2000 a.C., no entanto, o modelo mais conhecido – chamado modelo triangular – surgiu no século IX na Europa. Com o passar dos anos surgiram duas variações deste mesmo modelo, e uma delas ficou conhecida como harpa irlandesa ou celta. Este tipo particular de harpa, cujo nome em gaélico é Clasrsach, difere-se pela sua coluna curva e seus sete ditals ou alavancas que são pressionadas com os dedos para mudar a afinação das cordas.
Na sociedade celta, os harpistas eram considerados pessoas privilegiadas por ter o dom de tocar este instrumento.
Gaita de Foles – A origem deste instrumento é discutível. Crê-se que se surgiu na Ásia e os romanos a levaram para a Escócia, onde criou raízes e tornou-se um símbolo nacional.
Neste instrumento de sopro, o ar é retido em uma bolsa – chamada odre – e, posteriormente, ele é dirigido aos tubos de saída providos de palhetas.
Gaita-de-Foles: O instrumento mais comumente associado ao mundo celta é a gaita-de-foles. Porém o instrumento foi pela primeira vez tocado no Oriente Médio, espalhando-se mais tarde por quase toda a Europa. Por isso não se espante se você encontrar gaiteiros em paises nada célticos como a Bulgária ou Hungria, pois a gaita de foles era (ainda é) um instrumento muito comum e cada cultura a utiliza de seu próprio modo.
Bodhran – O bodhran é um instrumento bastante peculiar na música celta. É uma espécie de tambor, onde o couro de algum animal é esticado sobre um arco de madeira. Tradicionalmente, a matéria-prima do arco é o tronco de freixo (árvore de madeira amarelada e dura, comum na Europa) e o revestimento é feito com pele curtida de cabra, cervo ou bezerro.
Este instrumento, conhecido também como tambor irlandês, pode ser tocado com as mãos ou baquetas.
Música dos paises nórdicos: A música dos países de cultura viking (Dinamarca, Suécia, Noruega e Islândia) consiste de danças como a polska (polca) e o schottish entre outras. Nos dias de hoje utiliza-se muito o acordeon e o violino, porém instrumentos mais antigos como a gaita-de-foles e a harpa de boca (que produz um som parecido com o de uma mola!) ainda estão presentes na música folclórica desses países. Os finlandeses por terem origem fino-ugrica possuem cultura diferente dos demais paises nórdicos. A música do país é dividida em duas épocas; a antiga ou Kalevala (esse nome refere-se a saga épica dos finlandeses) em que eram utilizados o Kantele (espécie da harpa finlandesa) e o jouhikko (espécie de lira tocada com arco) ; e a época chamada “palimanni” em que a utilização do violino e de danças oriundas de outras partes da Europa (como a polca que tornou-se a Humppa finlandesa) são marcantes.
Música da Idade-Média: refere-se no inicio a músicas de cunho religioso como o canto gregoriano, que surgiu entre 750-850 d. c. provavelmente de origem romana, e acabou tornando-se o canto oficial da igreja católica. No século 14 com o surgimento do movimento “Ars Nova” foi introduzido o contra-ponto (sobreposição de melodias) à música. Da produção de música secular (não religiosa) na idade media destaca-se a música dos trovadores e as canções da obra imortalizada pelo compositor Carl Orff “Carmina Burana”.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Download Evenfall
Evenfall, banda antiga, de 1992, nasceu nas cidades de Bressanone (Bolzano), Trentino-Alto Adige, onde criam um gothic black meio com temas vampirescos, lembrando ora Theatre des Vampires e ora Antigo Opera IX.Membros: Roberta Staccuneddu - Vocals, Ivan D'Alia - Guitars, Ansgar Zöschg - Vocals, Cristian Espen - Bass, Max 'Ade' Boy - Synths & Piano, Moritz Neuner - Drums
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Vampiros : Quem são estes seres?
Vampiros são como assombrações; não são deuses; assemelham-se mais aos demônios. O vampirismo é um mito – uma narrativa tão antiga que sua origem se esconde na mesma bruma de fantasia onde se perdem as origens do homem. Apesar da tradição vampírica mais divulgada ser aquela que se refere às lendas romenas sobre o Conde Drácula, o fato é que registros de vampirismo remontam à Suméria, considerada a mais antiga civilização do mundo ocidental, e aparecem em mitologias de todo o mundo, sob variadas roupagens culturais.
Vampiros com diferentes características, de diferentes etnias e épocas, apresentam ao menos um traço em comum: o apetite por energia, a ergonfagia, que se traduz ora em fome de sangue, ora em fome de energia vital. Neste ponto, convém destacar o fato de que o sangue é o signo físico, orgânico, da própria vida como força abstrata.
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sábado, 22 de maio de 2010
Tristeza
Sentimento belo e obscuro
Cultuado por todos
No mais profundo do seu ser.
Todos a temem,
Todos a tem em algum momento de sua vida
Não importa se rico ou pobre,
Branco ou negro.
Para a tristeza não há diferenças.
Sempre acompanhada de seus amantes,
Solidão,melancolia,ódio
Aos poucos ela chega e toma conta de você.
Muitos se julgam fortes
Mas não diante dela...
Tristeza,fria e serena
Lenta e implacável
Como a brisa suave
Que se tranforma em vento forte e destruidor.
Tristeza...
No último instante ela chega
Com a Morte sua companheira
E num beijo gelado
Com um abraço forte
Te envolve com seu manto obscuro
O tenebroso manto da morte.
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